Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Rapaz Invisível

Cheiros de outono

Yves Rocher

 

O outono chegou. Começam a cair as primeiras chuvas, já se vê folhas amareladas pelo chão, os cheiros na rua mudam e começas a tirar peças de roupa mais quentes do armário.

 

Os hábitos mudam, começa a custar sair da cama de manhã, e acabas por fazer tudo um pouco mais a correr. Escolhes a camisa que melhor combina com as calças, os sapatos mais confortáveis, pegas na mala e borrifas o perfume, pronto a sair.  Mas com a mudança de estação, também mudas de perfume? 

 

Quando o tempo começa a ficar mais frio, os aromas mais indicados são os mais quentes, intensos e amadeirados. Ao contrário do que acontece nos meses de maior calor, onde deves optar por fragrâncias mais frescas, florais e cítricas. 


Se, tal como eu, não tens grande paciência para escolher um perfume mas gostas de andar a cheirar bem, deixo-te as minhas escolhas deste ano.

 

Durante a primavera/verão, e com um cheiro mais fresco, optei pelo Nature Cedro e Limão Verde da Yves Rocher. A mistura da madeira de cedro com o limão verde e um toque de hortelã dão-te a frescura que precisas para começar o dia bem cheiroso. Aliado ao gel de corpo e cabelo, também da mesma gama, nada melhor para impressionares aquela miúda do escritório. 

 
Já no outono/inverno opto por um cheiro mais amadeirado e doce. O Ambre Noir, também da Yves Rocher, sublinha a sensualidade que há em ti. O caráter amadeirado do patchuli e do vétiver, associado à sensualidade da fava Tonka e com toques de cedro e lavanda deixam qualquer um rendido. 

 

Se preferes outros aromas, a Yves Rocher tem mais opções. Espreita as fragrâncias masculinasfemininas e espalha o charme que há em ti!

---
O Rapaz Invisível também está no Facebook e no Instagram. Segue-o.

25 anos de televisão privada

"Era outubro, despertei. Era dia e gostei...", assim começa o hino da mudança na televisão portuguesa. 

SIC - 25 Anos

Há 25 anos nascia a primeira estação de televisão privada em Portugal, "a íris das mil cores".

 

Dava-se início ao pluralismo, há diversidade e a novos rostos neste meio. Deu-se a revolução no "monopólio da televisão", até então tido pela RTP.

 

Uma nova televisão, numa sociedade independente de comunicação, que mostrou, ao longo dos anos, ser a impulsionadora da revolução. Programas novos, arriscados e bem sucedidos fazem parte do diário de bordo da SIC. O Macaco Adriano perdura pelos tempos, bem como a alegria que o João Baião trazia com o Big Show SIC,  o Buéréré animou criança , o Masterplan mudou a forma de ver o mundo. A Roda dos Milhões deu felicidade e trouxe estrelas internacionais, os Malucos do Riso soltaram gargalhadas a miúdos e graúdos e o SIC 10 Horas acompanhou uma geração que, com a Júlia Pinheiro ou a Fátima Lopes, tantas vezes tentou a sua sorte na Árvore das Patacas.

 

Hoje, ao fazer scroll pela timeline do meu facebook, são muitos os rostos que vejo felizes por estar há 25 anos naquela que foi a casa da mudança na televisão.

 

25 anos depois, as oportunidades de trabalho mudaram, os rostos estão em constante rotação e só se entra neste mundo por estágios ou "sorte". 25 anos passados e a realidade mudou, os programas perduram e os rostos continuam, sem grande margem para "os novos" mostrarem o que valem. Os estagiários são muitos, as redações são pequenas e os orçamentos apertados para novas contratações. 

 

O sonho de trabalhar na caixinha mágica é, muitas vezes, derrubado à entrada de um estágio. No momento em que se sabe que, afinal, não há espaço para mais pessoas. Quando se vê equipas completas, motivadas, a dar o litro pelos seus programas e se sabe que não há lugar para mais um. Aí, a caixa deixa de ser mágica, as luzes não iluminam caminho nenhum e vivemos o sonho por um período, limitado, de tempo. Depois, o plateau fica vazio, seguimos a nossa vida e tentamos, incansavelmente, voltar a estar na caixinha que uma vez foi mágica. Mas os estagiários são muitos, a rotação contínua e as oportunidades desapareceram. 

 

Depois, resta apenas sonhar, com a caixa que era mágica e que, esperamos, que o volte a ser. Lutar, com unhas e dentes, pelas (poucas) oportunidades que aparecem e ter a sorte de ser o merecedor, entre milhares, daquele lugar. 

 

Ainda assim, há 25 anos fez-se história.

Parabéns SIC!

---
O Rapaz Invisível também está no Facebook e no Instagram. Segue-o.