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Rapaz Invisível

Female Fash & Lovers

Female Fash & Lovers

Hoje vai ser diferente de todos os outros dias. Hoje falo-vos de uma pessoa.

 

Há pessoas que aparecem na nossa vida quando não estamos à espera, no local menos expectável para acontecer. Sem esperar, a Cláudia apareceu na minha vida durante um estágio. Estagiou na empresa onde trabalho e, desde aí, por inúmeras razões passou a fazer parte da minha vida.

 

É uma das pessoas que tenho orgulho de conhecer. Pela pessoa que é mas, também, pelo percurso que tem feito.

 

É maquilhadora profissional, blogger, entre uma outra serie de coisas que faz. Dá dicas, partilha sabedoria e o blog dela devia ser de leitura obrigatória. 

 

Muito mais havia a dizer, mas, desculpem-me o egoísmo, guardo a Cláudia para mim.

 

Convido-vos a todos a conhecer o Female Fash & Lovers. Convido-vos a conhecer a Cláudia. Aqui: www.femalefashionlovers.blogs.sapo.pt

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A importância de comunicar

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Imaginamos o seguinte: uma pessoa, chamemos-lhe João, ficou de dizer à outra; chamemos-lhe a Maria; de que iria fazer a tarefa X. Chamemos a essa tarefa ir ao Multibanco tratar de um pagamento. A Maria tinha avisado o João de que era muito muito importante que o fizesse, porque não iria conseguir ter tempo, dado que depois do trabalho iria chegar tarde a casa. O João fez a tarefa, assegurou tudo e esqueceu-se de comunicar que o fez.

 

A Maria, com todo o stress do trabalho, ligou ao João, enviou mensagens e ficou sem saber se o pagamento tinha ficado tratado. O João, ficou sem saber a razão da Maria em casa estar chateada, ser agressiva na forma de falar e ser menos comunicativa. No fundo, chateou-se por não saber que a tarefa tinha sido executada.

 

Antes de cairmos no exercício de analisar a situação de vários prismas e do ponto de vista de cada um, importa sublinhar algo importante: a grande falha aqui foi a comunicação entre duas pessoas.

 

É inimaginável alguém dizer hoje em dia que não comunicamos. Alias, é impossível não comunicar. As nossas relações dependem disso, sejam pessoais e intimas sejam profissionais. Mais, a nossa relação com os outros, desde que nascemos é alicerçada na nossa forma de comunicar eficazmente.

 

Ao longo da nossa existência e desenvolvimento o nosso avanço é feito por, maioritariamente, uma comunicação eficaz. Com ela criamos amigos, redes sociais que nos dão influencia para crescer, mudar e evoluir.

 

No caso da Maria e do João, criou-se entre eles um maior  fosso, dando lugar a zangas, divergências não saudáveis e atrito entre os dois. Falharam em comunicar, assumiram, cada um, que o outro iria indicar o que fez, o que falta fazer.

 

Muitos dos desafios que temos no nosso quotidiano podem ser, não generalizando, devido a questões ligadas à comunicação reduzida entre duas pessoas.

 

É como se existisse uma grande máquina, que é a relação, onde uma peça parou. Onde houve uma areia nas rodas dentadas a parar o processo. Ou se não para…torna-o mais lento e moroso. E danoso.

 

Talvez com as emoções a flor da pele ou com o stress do dia a dia, nos esquecemos de transmitir algo importante ou precioso para o outro, que achamos trivial. Com a azáfama do dia a dia, podemos deixar passar coisas mais importantes que um pagamento como um “gosto muito de ti”; “estou a pensar em ti”. E isso, pode ser uma mudança repentina para melhor.

 

Comunicar importa e muito. Afinal, não estamos na cabeça uns dos outros.

 

Não somos telepatas. E se não dissermos, o outro não  vai saber o que nos vai cá dentro.

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"Um comandante nunca abandona os seus homens!"

Foto: Jose Coelho - Lusa

 

Ainda durante os incêndios que preocupavam o país, a RTP decidiu fazer, em pleno Teatro de Operações do incêndio de Pedrógão Grande, uma entrevista com a Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.

 

Visivelmente abalada, a Ministra explicou que a origem do incêndio está associada a um fogo eruptivo que se formou devido às condições atmosféricas adversas e às temperaturas elevadas. Um fenómeno desconhecido em Portugal mas que, infelizmente, acontece com frequência noutros países. 

 

Ao contrário do que era esperado por muitos, e do que foi feito em governos anteriores, Constança Urbano de Sousa não se demitiu nem empurrou "com a barriga para a frente" o problema. Invês disso, deu a cara e respondeu desde o primeiro momento sobre a calamidade que assolava o país. 

 

Numa entrevista conduzida, ao ataque, pelo jornalista da RTP, a Ministra clarificou que desde o alerta de incêndio foram tomadas todas as medidas necessárias para o combate. A resposta a nível local foi accionada e, dada a impossibilidade de dominar o incêndio, foi ativada a resposta nacional para estas situações. É de salientar que estas medidas são tomadas de igual formar em qualquer ponto do país. Exemplo disso são os 154 fogos dominados a nível local no dia 17 de Junho, aos quais se juntam outros dois, impossíveis de dominar. 

 

Ao longo de toda a entrevista, o jornalista foi atacando a Ministra com facto que aconteceram no decorrer das operações, mas esqueceu-se de um pormenor que Constança Urbano de Sousa não teve pudores em referir: durante os incêndios, a comunicação social presente no local foi lançando rumores sobre possíveis ocorrências noutros pontos. Exemplos disso foi o Canadair que não caiu ou a aldeia com mais mortos do que habitantes. Estes rumores levaram à deslocação de meio de combate e assistência a pontos onde nada de passava, aumentando as dificuldades sentidas pelos meios operacionais no combate. 

 

Serena e consciente do que estava a dizer, a Ministra da Administração Interna fez questão de salientar: "optei por continuar a minha missão de serviço público", ajudando como podia no combate aos incêndios. "Um comandante nunca abandona os seus homens!" e foi isso que Constança Urbano de Sousa fez, desde o primeiro momento no Teatro de Operações. Afinal, "a demissão de um ministro não ia resolver o problema".

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O bicho papão dos exames

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Milhares de alunos vão ser avaliados, norte a sul do país,  nos exames nacionais.

Altura critica e de grande ansiedade para uns;  altura de muito stress para outros. 
O que distingue estas reacções ou leva a um pico de nervosismo e ansiedade nesta altura?  
 
Pouquíssimos ou quase nenhum de nos se sente confortável com situações de avaliação onde testam os nossos conhecimentos.  O ritmo cardíaco aumenta,  suamos das mãos. Pensamos na matéria que temos receio de esquecer e se a nota vai chegar.  Depois, vem também à cabeça a sensação e a ideia de que seremos ou não suficientemente bons,  tendo em conta o resultado final.  
Os amigos e família colocam pressão; queremos ser os melhores. 
Mas às vezes deixamos que o nervosismo tome conta de nós e atrapalhe o pensamento.  
 
É por isso que é importante apostar em duas coisas essenciais : o estudo atempado e um balanço saudável entre estudo e lazer. 
 
Estudos demonstram a importância do sono,  do descanso e até do lazer em preparação para situações de grande ansiedade e stress. Então, porque temos tanta relutância em aplicar isso? Provavelmente porque nos deixamos levar pelo estudo em bruto,  sem esquematização e preparação adequada. Faz parte da equação parar um pouco,  socializar e acalmar. A sério! 
 
E para os pais: é importante ter boas notas. Mas é mais Importante aprender a sério,  profundamente e não só para o 20.
 
P.S.: Uma gigante nota de agradecimento aos nossos soldados da paz que combatem por Pedrogão Grande e outras localidades.  São enormes!  
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Os granizados não levam leite

Recentemente, numa correria contra o tempo e com o ratinho no estômago a chamar, decidi dar uma oportunidade à Jeronymo de me surpreender. Entre transportes, parei na Jeronymo do Cais do Sodré para comer alguma coisa.

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De todo o cardápio, nada apelativo, perguntei a quem nos ia atender se têm granizados. "Sim, sim, temos!", com o entusiasmo de quem está farto de estar ali, foi a resposta. Decidi então saborear um granizado de morango, um iced tea de pêssego (feito na Jeronymo) e um pão de malte misto, prensado. 

 

A escolha não podia ter sido mais acertada. O pão, quase sem manteiga e com queijo que parecia borracha, não arregalou os olhos. O iced tea era uma água corada levemente aromatizada, onde o sabor deve ter ficado entre o jarro de servir e o local onde foi feito. E o granizado... Bem, o granizado... não era mais do que um Milkshake de morango, gelado, e com muito pouco sabor. 

 

Sai da Jeronymo com uma certeza: após esta visita, a desilusão fala mais alto e, de certo, que não voltarei a entrar numa loja desta cadeia. Afinal, coffee-shops melhores que esta existem. E nessas outras coffee-shops os ingredientes são melhores, o atendimento mais simpático e saímos de lá satisfeitos. Na Jeronymo isso não acontece. 

Jeronymo Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

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Importância da conexão humana

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Inevitavelmente estabelecemos redes.
Primeiro com os nossos pais,  família imediata,  evoluindo para amigos da primária, secundário e futuramente de trabalho.  
 
Conectar com os outros é,  desde que a nossa memória coletiva é registada,  um traço da nossa condição humana.  Fazemo-lo, como animais sociais,  fazemo-lo como forma de garantir uma rede de apoio e influência para a nossa evolução. 
 
Apoio porque satisfazemos necessidades emocionais,  físicas e sociais; influência porque gostamos de ter um poder de veto ou aprovação sobre acontecimentos e decisões que nos afetem;  evolução porque procuramos o crescimento e desenvolvimento de nós mesmos. 
 
Hoje em dia,  ao contrario do que tem sido sugestão da história,  as nossas interacções esbatem-se e diminuem. Num mundo inundado por smartphones, ecrãs e tablets, parece surgir uma tendência para beneficiar a interacção digital à pessoal.  Inevitavelmente somos compelidos a estar perto de quem nos desperta conforto. Mas as relações digitais não desistem em querer ocupar um lugar cimeiro.  O que preocupa qualquer profissional de saúde!  A tecnologia é fulcral hoje em dia e não se pode negar isso. Mas igualmente inegável é o peso que nos,  enquanto espécie que precisa de outros para colaborar na sua permanência neste planeta,  encontramos na necessidade de nos vincularmos aos outros. 
 
Se aceitar a sugestão: use tecnologia e relações digitais... mas não se esqueça de que no final do dia o conforto de quem se preocupa connosco vale a pena. O truque é dosear. 
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